ULBRA – UNIVERSIDADE LUTERANA BRASILEIRA
Curso de Pedagogia
ANA PAULA
MARLI AP. SANTOS
MARCIA AP. SANTOS
MARILDA VALÉRIO
PSICOMOTRICIDADE
ÍNDICE
O QUE É PSICOMOTRICIDADE............................................. 04
DESENVOLVIMENTO MOTOR...............................................04
PSICOMOTRICIDADE RELACIONAL....................................05
PSICOMOTRICIDADE E O DEFICIENTE.............................. 05
PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL.............07
PSICOMOTRICIDADE / EDUCAÇÃO FÍSICA....................... 08
DESENVOLVIMENTO MOTOR...............................................04
PSICOMOTRICIDADE RELACIONAL....................................05
PSICOMOTRICIDADE E O DEFICIENTE.............................. 05
PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL.............07
PSICOMOTRICIDADE / EDUCAÇÃO FÍSICA....................... 08
JOGOS E BRINCADEIRAS..........................................................11
CONCLUSÃO..................................................................................15
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...........................................16
CONCLUSÃO..................................................................................15
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...........................................16
O QUE É PSICOMOTRICIDADE?
A Psicomotricidade é uma prática pedagógica que visa contribuir para o desenvolvimento integral da criança no processo de ensino-aprendizagem, favorecendo os aspectos físico, mental, afetivo-emocional e sócio-cultural, buscando estar sempre condizente com a realidade dos educandos.
Segundo Le Bouche (1969), a Psicomotricidade se dá através de ações educativas de movimentos espontâneos e atitudes corporais da criança, proporcionando-lhe uma imagem do corpo contribuindo para a formação de sua personalidade.
DESENVOLVIMENTO MOTOR
O desenvolvimento motor é o resultado da maturação de certos tecidos nervosos, aumento em tamanho e complexibilidade do sistema nervoso central, crescimento dos ossos e músculos. São, portanto comportamentos não aprendidos que surgem espontaneamente desde que a criança tenha condições adequadas para exercitar-se. . Esses comportamentos não se desenvolverão caso haja algum tipo de distúrbio ou doença. Podemos notar que crianças que vivem em creches e que ficam presas em seus berços sem qualquer estimulação não desenvolverão o comportamento de sentar, andar na época adequada que futuramente apresentarão problemas de coordenação e motricidade.
As principais funções psicomotoras são um bom desenvolvimento da estruturação do esquema corporal que mostre a evolução da apresentação da imagem do corpo e o reconhecimento do próprio corpo, evolução de preensão e da coordenação óculo-manual que nos proporciona a fixação ocular e preensão e olhar, desenvolvimento da função tônico e da postura em pé, reflexos arcaicos da estruturação espaço-temporal (tempo, espaço, distância e retina).
Um perfeito desenvolvimento de nosso corpo ocorre não somente mecanicamente, mas sim que são aprendidos e vivenciados junto à família, onde a criança aprende a formar a base da noção de seu “eu corporal”.
Não podemos esquecer de citar a importância dos sentimentos da criança na fase do conhecimento de seu próprio corpo, pois um esquema corporal mal estruturado pode determinar na criança um certo desejaitamento e falta de coordenação, se sentindo insegura e isso poderá desencadear uma série de reações negativas como: agressividade, mau humor, apatia que às vezes parece ser algo tão simples, poderá originar sérios problemas de motricidade que serão manifestados através do comportamento.
PSICOMOTRICIDADE RELACIONAL
A Psicomotricidade Relacional é um método de abordagem de grupo que visa o desenvolvimento do sujeito na sua integralidade focando sua ação sobre as experiências corporais afetivas.
Criada em meados dos anos 70, pelo francês André Lapierre e seus colaboradores, tem como meio facilitador o jogo espontâneo no qual o psicomotricista relacional auxilia as crianças na expressão de suas necessidades e desejos.
Tendo em vista que a criança utiliza-se do corpo como principal meio de interação e comunicação com as pessoas e o mundo que a cercam. Este método, através da atividade lúdica, proporciona a possibilidade de um pleno desenvolvimento da personalidade e dos aspectos cognitivos e motores, fazendo seres mais aptos para enfrentarem o cotidiano social.
Auxilia no desenvolvimento dos aspectos relacionais e comunicacionais do sujeito, sobretudo aqueles ligados às suas experiências corporais afetivas; além de promover o estabelecimento de relação mais autênticas e organizadas para o convívio social; ampliar os modos de comunicação e de relação do sujeito e criar um espaço de atividades lúdicas e espontâneas.
PSICOMOTRICIDADE E O DEFICIENTE
A criança com deficiência desde o seu nascimento ou não, pode ser privada de alguns estímulos, mas não da vida. Se partirmos desse pensamento, poderemos atenuar suas dificuldades.
Dentro do desenvolvimento psicomotor, a criança apresenta dificuldades de entender o significado dos conceitos: esquema corporal, postura, estruturação espaço-temporal, praxia fina, insegurança, passividade, dificuldades motoras em relação ao deslocamento e equilíbrio dinâmico. Essas dificuldades podem ser trabalhadas com o meio líquido porque favorece a amplitude de movimentos devido à ação do empuxo e mudanças de postura na água possibilitando assim a liberdade corporal e o desenvolvimento do autocontrole tônico.
A Psicomotricidade aquática gera na criança deficiente a necessidade de explorar os objetos, e principalmente as sensações que o próprio corpo proporciona. Com isso, o progresso nas sessões e o desempenho durante o seu dia-a-dia são compensadores para seus profissionais e familiares.
Para se obter resultados, o importante é ter uma visão interdisciplinar. Uma atuação conjunta de profissionais como psicomotricistas e fisioterapeutas. Cada profissional necessita do auxílio do outro para gerar qualidade nas sessões e possibilitar uma ação completa para seus pacientes.
Psicomotricidade é uma palavra longa com um significado bem simples: é a busca do equilíbrio entre as capacidades da mente e do corpo, psique e movimento.
Esse equilíbrio, essa troca que acontece entre motor e o psíquico, é trabalhado pelo psicomotricista para melhorar a qualidade de vida das crianças no presente e ajudar no seu preparo para encarar o mundo na fase adulta. E isso tudo, é feito do jeito que a criança mais gosta: brincando!
É por meio do movimento, da atitude, da interação como o psicomotricista, com as outras crianças, com o ambiente e com os objetos, numa situação controlada e dirigida para as necessidades do indivíduo, que colocamos corpo, movimento e desenvolvimento numa linha só, em equilíbrio.
A educadora trabalha com a psicomotricidade aplicada às crianças que apresentem, ou não, dificuldades e/ou atrasos no desenvolvimento global.
A psicomotricidade pode e deve ser utilizada para um trabalho de manutenção e favorecimento do desenvolvimento regular, como para trazer benefícios nos casos de necessidades especiais: deficiências sensoriais, motoras e cognitivas.
A maior dificuldade nos casos que podem ser tratados ou solucionados pela psicomotricidade é identificar sua necessidade.
Nesse ponto, a atenção dos pais, parentes e professores é essencial.
Entre os casos em que a psicomotricidade pode ser aplicada estão:
v Dificuldades psicomotoras: relacionadas à coordenação, tensão excessiva nas extremidades e articulações, distonias, lateralidade, equilíbrio, ritmo, esquema corporal, orientação espaço-temporal dentre outras;
v Distúrbios de comportamento associados: agressividade, inibição, falta de limites, baixa estima, baixa tolerância à frustação e hiperatividade;
v Distúrbios de aprendizagem: queda de rendimento, problemas de orientação espaço-temporal, dificuldade de expressão verbal ou gráfica, distúrbios de atenção e de tônus e lentidão.
PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Desenvolvendo capacidades
Na educação infantil, a criança busca experiências em seu próprio corpo, formando conceitos e organizando o esquema corporal. A abordagem da Psicomotricidade irá permitir a compreensão da forma como a criança toma consciência do seu corpo e das possibilidades de se expressar por meio desse corpo, localizando-se no tempo e no espaço. O movimento humano é construído em função de um objetivo. A partir de uma intenção como expressividade íntima, o movimento transforma-se em comportamento significante. É necessário que toda criança passe por todas as etapas em seu desenvolvimento.
O trabalho da educação psicomotora com as crianças deve prever a formação de base indispensável em seu desenvolvimento motor, afetivo e psicológico, dando oportunidade para que por meio de jogos, de atividades lúdicas, se conscientize sobre seu corpo. Através da recreação a criança desenvolve suas aptidões perceptivas como meio de ajustamento do comportamento psicomotor. Para que a criança desenvolva o controle mental de sua expressão motora, a recreação dirigida proporciona a aprendizagem das crianças em várias atividades esportivas que ajudam na conservação da saúde física, mental e no equilíbrio sócio-afetivo.
Segundo Barreto (2000), “o desenvolvimento psicomotor é de suma importância na prevenção de problemas da aprendizagem e na reeducação do tônus, da postura, da direcional idade, da lateralidade e do ritmo”. A Educação da criança deve evidenciar a relação através do movimento de seu próprio corpo, levando em consideração sua idade, a cultura corporal e os seu interesses. A educação psicomotora para ser trabalhada necessita que sejam utilizadas as funções motoras, perceptivas, afetivas e sócio-motoras, pois assim a criança explora o ambiente, passa por experiências concretas, indispensáveis ao seu desenvolvimento intelectual, e é capaz de tomar consciência de sim mesma e do mundo que a cerca.
Bons exemplos de atividades físicas são aquelas de caráter recreativo, que favorecem a consolidação de hábitos, o desenvolvimento corporal e mental, a melhoria da aptidão física, a socialização, a criatividade; tudo isso visando à formação da sua personalidade.
Sugestões de exercícios psicomotores: engatinhar, rolar, balançar, dar cambalhotas, se equilibrar em um só pé, andar para os lados, equilibrar e caminhar sobre uma linha no chão e materiais variados (passeios ao ar livre), etc...
Pode-se afirmar, então, que a recreação através de atividades afetivas e psicomotoras, constitui-se num fator de equilíbrio na vida das pessoas, expresso na interação entre o espírito e o corpo, a afetividade e a energia, o indivíduo e o grupo, promovendo a totalidade do ser humano.
PSICOMOTRICIDADE / EDUCAÇÃO FÍSICA
Este trabalho tem como tema a psicomotricidade que age de forma atuante e com uma visão de ciência e técnica, tendo como foco a Educação Física a partir de uma visão mais ampla em que o homem cada vez mais deixa de ser percebido como um ser essencialmente biológico para ser concebido, segundo uma visão mais abrangente, na qual se considera os processos sociais, históricos e culturais.
O ser humano é um complexo de emoções e ações propiciadas por meio contato corporal nas atividades psicomotoras que também favorece o desenvolvimento afetivo entre as pessoas, o contato físico, as emoções e ações.
Com a educação psicomotora a educação física passa ter como objetivo principal incentivar a prática do movimento em todas as etapas da vida de uma criança.
Psicomotricidade é uma disciplina educativa, reeducativa e terapêutica, ou seja, a psicomotricidade quer destacar a relação existente entre a motricidade, a mente e a afetividade e facilitar a abordagem global da criança por meio de uma técnica. A psicomotricidade contribuiu de maneira expressiva para a formação e a estruturação do esquema corporal o que facilitará a orientação espacial.
ÁREAS DE ATUAÇÃO DA PSICOMOTRICIDADE
v Educação Psicomotora: é a ação educativa baseada e fundamentada no movimento natural consciente e espontâneo com a finalidade de normalizar, completar ou aperfeiçoar a conduta global da criança
v Reeducação Psicomotora: abrange sujeitos desde a infância a idade adulta. Pode ser desenvolvida tanto em caráter profilático, quanto terapêutico.
v Terapia Psicomotora: realizada através de uma programação de exercícios que envolvem atividades motoras, viso-motoras e emocionais. O trabalho visa melhorar o desenvolvimento corporal da criança, bem como a aprendizagem, afetividade, social, tornando-a estruturada para que possa se sentir segura e feliz.
ASPECTOS TRABALHADOS NA PSICOMOTRICIDADE
v Qualidade física: força, flexibilidade, agilidade, velocidade, coordenação motora, equilíbrio, noções de espaço e tempo, lateralidade.
v Aspecto afetivo e social: socialização e desenvolvimento de traços de personalidade como organização, disciplina, responsabilidade, coragem e solidariedade.
v Características cognitivas: capacidade de análise e desenvolvimento de memória.
ESTRUTURAS PSICOMOTORAS DE BASE
v Locomoção: quando nos deslocamos de um lugar ao outro. Exemplo de atividade: macaquinho mandou.
v Manipulação: habilidade de manuseio. Exemplo de atividade: cobra cega.
v Tono corporal: ajustamento da postura. Exemplo de atividade: dançar com a bola na testa.
v Lateralidade: noção de direita e esquerda, é importante para a orientação espacial. Exemplo de atividade: brinquedo cantando rock pop.
v Coordenação fina: quando se trabalha com a extremidades dos segmentos. Exemplo de atividade: bola de gude, nariz de ferro.
v Coordenação grossa: quando se trabalha com a totalidade das mãos ou do corpo. Exemplo de atividade: queimado.
v Coordenação da dinâmica geral: é a atuação conjunta do sistema nervoso central e da musculatura esquelética, na execução do movimento. Temos a coordenação motora ampla e seletiva. Exemplo de atividade: carniça.
v Equilíbrio: é a capacidade de manter-se sobre uma base, pode ser estático dinâmico. Exemplo de atividade: amarelinha.
v Esquema corporal: é o conhecimento que temos do corpo em movimento ou em posição estática, em relação aos objetos e o espaço que o cerca. É através do desenvolvimento do esquema corporal que a criança toma consciência de seu corpo e das possibilidades de expressar-se por meio desse corpo. Exemplo de atividade: raposa que gostava de comer capim.
Compartimentos do esquema corporal:
v Auto-imagem
v Orientação espaço-temporal
v Coordenação óculo-segmentar
v Direcionalidade
v Miraocular
JOGOS E BRINCADEIRAS
Aspectos trabalhados: esquema e imagem corporal, percepção auditiva, estruturação espaço-temporal, atenção e concentração.
v TRILHA DO MOVIMENTO
Materiais: quadrados do tamanho de uma folha de A4, que podem ser feitos de E.V.A., papel kraft, papel sulfite etc. Se preferir, poderá desenhar os quadrados no chão com giz ou usar bambolês.
Desenvolvimento: as crianças devem ficar e uma ao lado da outra formando uma grande fileira. Coloque os quadrados na frente de cada criança (a quantidade dependerá do espaço disponível para a atividade). A cada rodada, escolha um aluno para iniciar o jogo.
Parte 01
Fale uma parte do corpo e uma criança por vez erá que fazer um movimento com ela. Mostre um ou dois exemplos para que entendam o jogo. Quem acertar avança uma casa, quem errar ou não fizer nenhum movimento permanece no lugar. Quem chegar primeiro na última casa de sua trilha, ganha o jogo.
Atenção: não vale realizar movimentos que já foram feitos pelos colegas.
Exemplos:
Joelho: entrar no quadrado ajoelhado, pular batendo as mãos no joelho etc.
Mãos: entrar no quadrado batendo as mãos no chão, coçar a cabeça, dar tchau etc.
Cabeça: balançar a cabeça, encostar a cabeça no quadrado, rodar a cabeça para um lado e para o outro etc.
Braços: rodar o braço, flexionar e alongar, fingir que está lavando roupa etc.
Boca: as crianças inventam sons.
Parte 02
Fale ações e peça para que as crianças digam qual parte do corpo é usada para executá-la. Quem souber, levanta a mão e responde. Se acertar avança uma casa.
Exemplos:
· Comer: boca
· Correr: pernas
· Tocar piano: mãos/dedos
· Chutar uma bola: pés
v JOGO DAS ADIVINHAÇÕES
Forme uma roda com as crianças e faça perguntas sobre as partes corporais. Quem souber a resposta levanta a mão. Alguns exemplos:
1. O que é, o que é, que fica entre a testa e o nariz?
R. Os olhos
2. O que é o que é, que une a cabeça ao tronco?
R. O pescoço
3. O que é o que é, que quando caminhamos, um vai na frente do outro?
R. o Pé
4. Com ela podemos escrever, cumprimentar, segurar um objeto etc.
R. a mão
5. Parte do corpo que rima com o animal que é símbolo da Páscoa.
R. o joelho
v ESQUEMA CORPORAL E ORIENTAÇÃO ESPACIAL
· Sugerir que os alunos toquem o próprio corpo, para que sintam a presença dos ossos e músculos, identifiquem e nomeiem as partes que o compõem (cabeça, ombro, braços, pernas).
· Explore também atividades de posicionamento no espaço. Os alunos se colocam em determinada posição, conforme a ordem recebida: braços para cima, cabeça para o lado direito, perna esquerda para trás etc.
· Promova jogos de imitação, pantomimas e outras atividades de expressão corporal em que um dos alunos representa brincadeiras e profissões para que os outros imitem (jogar bola, peteca, andar de bicicleta).
v CORDA
· Esticar uma corda em linha reta no chão e solicitar as crianças que a percorram em toda sua extensão e sem tocá-la, obedecendo aos seguintes comandos: caminhar com um pé em cada lado da corda; andar como cachorrinho, com o pé e a mão esquerda de um lado da corda; com o pé e a mão direita do outro lado da corda; pular alternadamente de um lado para outro da corda.
v DEITADO
· Deitar-se e levantar-se sem a ajuda das mãos.
· Deixar-se. Abrir os braços para o lado, levantar e abaixar as pernas em movimentos alternados, imitando bicicleta.
· Deitar-se e rastejar como cobra.
· Deitar-se e rolar várias vezes.
· Deitar-se, esticar bem os braços e pernas e relaxar. Fazer o exercício várias vezes.
v FLEXÃO
· Ficar em pé com as mãos na cintura. Flexionar várias vezes as pernas, ficando de cócoras e levantando-se em seguida.
· Ficar em pé com as mãos para cima. Flexionar-se várias vezes, tentando alcançar a ponta dos pés com as mãos, sem dobrar os joelhos.
v PARA CANTAR REALIZANDO OS MOVIMENTOS DESCRITOS
· Cabeça, ombro, joelho e pé, joelho e pé, joelho e pé
Cabeça, ombro, joelho e pé, joelho e pé, braços e cabeça
Cabeça, cotovelo, pulso e mão, pulso e mão, ouvidos, olhos, boca e nariz
Braço, cotovelo, pulso e mão, pulso e mão
Desenvolvimento Em formação de círculo, as crianças cantarão e irão apontando com as mãos as diversas partes do corpo mencionadas pela letra. Nas repetições pode-se apressar gradativamente, o ritmo da melodia.
Incluir outras partes: umbigo, ombro, tornozelo, nuca, sobrancelha, pescoço etc.
CONCLUSÃO
Concluimos que a psicomotricidade é a relação entre o pensamento e a ação, envolvendo a emoção. A psicomotricidade favorece a criança uma relação consigo mesma, com o outro e com o mundo que a cerca, possibilitando-a um melhor conhecimento do seu corpo e de suas possibilidades.
Pode-se afirmar então que, a Educação Física, através de atividades afetivas, psicomotoras e sócio-psicomotoras, constitui-se num fator de equilíbrio na vida das pessoas, expresso na interação entre o espírito e o corpo, a afetividade e a energia, o indivíduo e o grupo promoveno a totalidade do ser humano.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BUENO, J.M. Psicomotricidade teoria e prática. Rio de Janeiro: Lovise, 1998.
FONSECA, Vitor da. Psicomotricidade. São Paulo, Martins Fontes, 1993.
LAPIERRE, André. O adulto diante da criança de 0 a 3 anos. Curitiba: Editora UFPR, 2002.
